sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Alfabeto do Amigo

Amigo é aquele que...






ceita você,

como você é.

A






ota fé em você.

B






hama-o ao telefone só pra dizer “OI”.

C






á-lhe amor incondicional.

D






nsina-lhe o que sabe

de bom.

E






az-lhe favores que outros não fariam.

F






rava na memória bons momentos passados com você.

G






umor não lhe falta pra fazer você sorrir.

H






nterpreta com bondade tudo o que você diz.

I






amais o julga, esteja você certo ou errado.

J






ivra-o da solidão.

L






anda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.

M






unca o deixa em abandono.

N






ferece ajuda

quando vê sua

Necessidade.

O






erdoa e compreende suas falhas humanas.

P






uer vê-lo sempre feliz.

Q






i com você e chora

quando você chora.

R






empre se faz presente nos momentos de aflição.

S






oma suas dores e evita que o maltratem.

T






m sorriso seu basta

para fazê-lo feliz.

U






ence o inimigo invencível junto com você.

V






inga e briga por você.

X






ela, enfim, pela jóia

que você representa.

Z

“O APERFEIÇOAMENTO DOS SANTOS
NA INTEGRAÇÃO DAS GERAÇÕES”


Neste novo ano, continua a ênfase da Convenção Batista Brasileira sobre o Aperfeiçoamento dos Santos, focalizando especificamente a integração das gerações. A divisa sugerida se encontra no Salmo 102:12, onde está escrito: “Mas tu, Senhor, estás entronizado para sempre, e o teu nome será lembrado por todas as gerações”.

Pastor Sócrates Oliveira, Diretor Executivo da Convenção Batista Brasileira, afirma que “o tema oferece ocasião para conscientizar a igreja da necessidade de promover a integração das diversas gerações para que o propósito de Deus seja cumprido, tanto na igreja como nas famílias”. Para ele, é uma “oportunidade para o aperfeiçoamento dos santos na convivência e aceitação mútua das várias gerações”.

O livro do ano, de autoria do Pr. João Falcão Sobrinho, no capítulo sobre o conflito de gerações, nos oferece o seguinte texto: “Faz parte do processo de convivência entre as gerações que o novo não queira parecer o antigo e que o antigo resista a inovações. O ideal acontece quando o velho e o novo se unem, ainda que à custa de muita negociação, para transformar o bom em melhor. Que os idosos e os jovens cheguem ao entendimento sobre os limites anteriores que podem ser conservados e os novos padrões que devem ser postos à prova. Esse consenso só é alcançado quando há o diálogo que envolve interesse em ouvir, disposição de renúncia e capacidade de aceitar o outro”.

É nesta expectativa que os batistas baianos e brasileiros viverão em 2008.



Pr. Raimundo Conceição Goodgloves Costa
Secretário Geral da CBBa.









quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

DE MÃOS VAZIAS PARTIMOS...

OS TRÊS ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE, O GRANDE



Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 - que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e
3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.


Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.
Alexandre explicou:


1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.


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